15 de março de 2010

Sorrir é o melhor remédio!




Ora aí está uma grande verdade!

Os sorrisos podem ser de diferentes cores, manifestando diferentes sentimentos!

O acto de sorrir, pode querer expressar alegria, boa disposição, agrado ou aprovação.
O desprezo e a ironia também podem estar presentes num sorriso, tal como o constrangimento ou o embaraço. Estes são sorrisos amarelos, forçados que traem quem os dá!

O sorriso puro de uma criança, o sorriso malandro de um adolescente, o sorriso amável de um adulto e o sorriso terno de um velho, são alguns dos sorrisos que vamos tendo ao longo da nossa vida!

Há ainda os sorrisos de satisfação, esses aparecem em qualquer idade e nos melhores momentos das nossas vidas! São os meus preferidos! Principalmente quando os vejo na cara daqueles que mais amo!

Estar satisfeito com a vida, com a família, com os amigos é um bom motivo para sorrir!

Li algures que quem não sabe sorrir não sabe viver!
Que frase tão simples e tão profunda!
Mas para mim ficaria mais completa assim:
“Quem não sabe sorrir e fazer sorrir não sabe viver!

6 de março de 2010

Hoje sinto-me como se tivesse o Mundo às costas!!!!
Estou com um cansaço difícil de descrever.
Não é desânimo, nem tristeza… é cansaço… apenas cansaço.

Sinto-me como quando os meus filhos eram pequenos… sugada!
É isso! Estou sugada e sem forças!

Os problemas e o bem-estar daqueles que amo têm me abafado.
Tenho me colocado num plano tão secundário nos meus pensamentos, no meu querer, nos meus gostos que se por acaso penso em trazer ao de cima qualquer sentimento, qualquer necessidade, sinto-me egoísta e insensível e ainda fico mais abafada!!!!

A vida dessas pessoas é tão importante para mim que me faz sentir o que sentem, que me faz querer o que querem, que me faz ansiar pelo que anseiam…

Estas minhas palavras não são de queixa mas, sim de desabafo.
Não quero outra vida ou ter outro modo de estar…apenas quero que essas pessoas estejam bem, estejam felizes e se sintam bem! Será que é querer muito?

Problemas quem os não tem?
Podem ser económicos, sociais, religiosos, profissionais, de paixão, de amor, de perda, de escolha, de tudo e mais alguma coisa! Há problemas de fácil e de dificil resolução. Até há aqueles que se inventam! E porquê?
Será que é porque nos preocupam, nos fazem pensar, nos fazem sentir vivos e activos? Sim, mas também porque quandos os resolvemos sentimos que somos capazes de mais, de muito mais!

5 de fevereiro de 2010

Confusa???


Tenho andado confusa…

Vou tentar explicar dando alguns exemplos “jornalísticos”:

  • As notícias boas são contadas pelo lado mau, exemplo: Rally Dakar Argentina-Chile - a pivot começou a notícia dizendo que o piloto português estava no último lugar do pódio! O que custava dizer que estava num honroso e nunca conseguido 3º lugar da geral! Dá para acreditar?

  • A tristeza quando as desgraças não acontecem é patente na cara dos nossos jornalistas, estou a lembrar-me da desilusão pelas “cheias” do Rio Tejo não terem provocado a destruição que estava prevista. Só pensei: Os meteorologistas que se escondam!

  • Há muito pouco tempo, fiquei a saber que os casais homossexuais que encenaram os seus casamentos em frente à Assembleia da República eram afinal actores! Estamos perante que tipo de notícias?

  • As notícias do Terramoto no Haiti! Um telejornal que se preze deve ter SANGUE, MORTE e DESESPERO??? Será que as pessoas não merecem alguma dignidade na morte? Porque focar os seus cadáveres destroçados, semi-nus, desamparados?

Não ponho em causa a importância de sermos informados do que se passa no Mundo, no nosso país, na nossa cidade, no nosso bairro, na nossa rua mas, será que só acontecem coisas más? Será que não é possível dar as notícias sem ultrapassar a fronteira da dignidade humana? Será que é este tipo de notícias, ou de maneira de dar as notícias é a que as pessoas querem ver? Precisam de ver?

Eu bem disse que estava confusa!!!!!

Sou uma mulher de fé, tenho sempre pensamento positivo e tento no meu dia-a-dia, quando algo corre mal, pensar:
" Antes assim, do mal o menos!”
"Ainda bem que vivo neste cantinho de terra à beira-mar plantado!”

Até ao momento, tenho sido, facilmente, uma portuguezinha de gema! Mas, nos últimos tempos, tem-me sido difícil pensar assim!

26 de dezembro de 2009

Conversas e conversetas


Pensava eu que não ia deixar passar o Natal sem escrever qualquer coisa na minha praia!
É verdade! Parece impossível, mas é verdade! O Natal já passou!
Terminou... agora só para o ano!

Passamos dias, para não dizer meses à espera, a preparar, a pensar como vai ser e de repente...puffff. Passou...
A familia esteve reunida, os amigos foram visitados, as prendas foram desembrulhadas, os petiscos preparados, as casas enfeitadas!

Esta época é muito propícia a conversas e conversetas!!!

O passado está sempre presente, ou com uma história que se conta, ou numa fotografia que aparece. O futuro vem com os planos para a passagem do ano.
Os temas são variados fala-se da família, do país, de política, da vida... discute-se, chora-se, ri-se...enfim é um periodo que passa depressa mas, que é vivido intensamente!

7 de dezembro de 2009

Mais um!










Fazer anos é como as favas, normalmente só há duas opções radicais: ou se ama ou se odeia! Eu amo favas e adoro fazer anos.

Se me perguntarem porquê? A primeira resposta é: Gosto porque gosto! É uma sensação boa! É um sentimento de objectivo alcançado! Nesse dia comemoro o ano que vivi e o ano que vou iniciar, festejo a vida, a família, os amigos.

Como comemoro? Bem, aí tenho que ter em atenção:
• A Festa que pode ser grande ou pequena, pode ser um almoço, um jantar ou uma ceia, pode ter fogo de artifício ou não, pode ser surpresa ou combinada;
• Os Parabéns podem ser pessoalmente, por telefone, por carta, por e-mail, ou até através do Facebook;
• O Bolo de aniversário deve ser sempre mais que um para poder comemorar em várias “frentes”! É o bolo para a véspera, é o bolo para de manhã, é o bolo para à tarde, é o bolo para a noite. Todos têm que ter uma coisa em comum: velas tantas como os anos que faço;
• Os presentes, deliro não pelo tamanho ou valor mas, pelo seu significado e pela recordação que irão constituir.
Tudo bem misturado faz com que o dia do meu aniversário seja um dia muito especial: é o meu dia!

Não vale a pena fingir que não existe, que é um dia igual aos outros! Nesse dia faço mais um ano quer goste ou não! Mesmo que me esconda debaixo dos lençóis e que durma 24 horas, o dia não desaparece, por isso o melhor é enfrentar e comemorar!!!!!!

27 de novembro de 2009

Dança Comigo!

Hoje vi as imagens dos meus primos, Ica e Teca, a dançarem e resolvi escrever um post a propósito! Como eles dançam bem! Ao vê-los senti que estão juntos para o que der e vier. Parece-me que encontraram o equilíbrio tão necessário para a vida a dois.

O EQUILÍBRIO para mim é a palavra-chave. É claro, que o AMOR está acima de tudo mas, o equilíbrio é muito importante. Sem ele não há amor que aguente, nem dança que não termine no chão!

O casamento é uma dança a dois!
Umas vezes é salsa, rumba e samba, outras vezes é valsa, slow ou até mesmo tango. O pior é quando é a dança da cadeira! Aí o caso é grave! É preciso não perde o lugar nem a compostura.

O casamento é uma dança constante que cansa mas, dá luta!
Temos que nos adaptar e saber conciliar desde o modo como apertamos a pasta dos dentes até ao modo como falamos um para o outro.

A minha mãe, casada há 50 anos com o meu pai, outro dia saiu-se com esta:
“Durante a minha vida tive 5 maridos e o actual é o melhor!” Compreendo tão bem o que quer dizer.

O casamento, como a vida, é feito de fases, boas, más e assim a assim, em todas elas estamos ali, duas pessoas diferentes ou parecidas, nunca iguais, que em si mesmas sofrem mudanças e passam por fases! Os gostos mudam, o à vontade aumenta, a admiração esmorece, a preocupação em agradar relaxa!

Não é fácil mas, enquanto sentirmos que é bom saber que o outro existe e que está ali à mão de semear para ser o nosso par, vale a pena continuar!

No casamento é preciso saber dançar muito bem para que resulte!

24 de novembro de 2009

O meu Bolo de Iogurte

Não tenho o dom da cozinha e não percebo porquê?!?!

Ainda sinto o cheiro do pastelão de maça da minha avó Rosa, o sabor do arroz doce e das lulas gratinadas da Tia Delfina, o frango com maça e as pataniscas de bacalhau da minha mãe são irresistíveis!

Os dotes culinários da minha TiTi Helena (com o seu bolo de Natal, com a açorda de bacalhau...) e da Nina (com as suas saladas com um molho único e delicioso!) são inquestionáveis!

Até "casei" com uma família de boas cozinheiras, a minha sogra e a minha cunhada adoram experimentar novas receitas e são óptimas a executar velhas receitas!

No meio deste mulherio de belíssimas cozinheiras estou eu, com o meu simples bolo de iogurte!
Não sei bem porquê mas, a verdade é que é um sucesso! Tenho grandes fãs do meu bolo!

Como não sou daquele tipo que guarda as receitas só para si, aqui têm:

Ingredientes (a medida de referência é o copo do iogurte):
125g de manteiga, 3 ovos, 1 Iogurte de frutos silvestres de pedaços (passo a publicidade "Corpus Danone”), 3 Medidas de farinha, 3 Medidas de açúcar, 1 Colher de sobremesa de fermento.

Confecção: Bater as claras em castelo e "guardar". Bater a manteiga (previamente derretida) com 3 medidas de açúcar. Juntar as gemas e as 3 medidas de farinha. Misturar o fermento com o iogurte e juntar, por fim juntar as claras em castelo. Deitar a massa em forma bem untada (com manteiga e farinha) e levar ao forno quente, dever-se-á manter uma temperatura de cerca de 180 graus.

Espero que fique delicioso!